Monday, February 12, 2007

Assim SIM!

Wednesday, February 07, 2007

Hoje ouvi dizer a uma activista do "sim" o seguinte:

"Alguns dos defensores do "não" consideram a mulher como a hospedeira do feto"

E lamentavelmente assim parece.

Monday, February 05, 2007

Pasmem-se!

Os movimentos do "Não" defendem agora a "descriminalização da mulher" que, segundo eles, é diferente da "despenalização" a referendar. Tão diferente que continuam a defender o "Não". Recordam-se que, ainda na semana passada, estes argumentavam que nenhuma mulher tinha sido presa até agora. Enfim ... alguém entretanto lhes deve ter dito que era melhor não ir por aí.

Bom. Então e agora? Há falta de melhor esquemazinho, esta pandilha (lamento mas estou com a perder a paciência) promete que, se o "Não" ganhar, avançarão com propostas para a tal "descriminalização". HumHum. Interessante. E eu pergunto:

Onde é que vocês estiveram nos últimos 9 anos?

Ora se isto não é uma valente desonestidade ...

Tuesday, January 30, 2007

E ainda sobre o "não"

Quando descobrirem vestigios de inteligência nos argumentos do "não" avisem-me porque eu já me fartei de escutar e procurar e até agora nada. Lamentável.

Monday, January 29, 2007

Dizer "não" por dizer

Com o avançar do debate entre o "sim" e o "não" é evidente que o "não" é porque "não".

Ele são Marcelos a dizerem que votariam "sim" em "certas e determinadas condições" mas que, curioso, não são exactamente as actuais e "portantos" ... "não"!

Ele são bispos a apregoar que a mulher não pode ser culpabilizada mas como não só isso que está em causa (hã?) ... pois culpabilize-se, então! Dah!?

Repararam que ninguém do "não" veio a terreiro defender a criminalização do homem. Sim, porque não há feto sem um pai, certo? Cá está!

Registo e lamento a participação da Maria José Nogueira Pinto pelo "não". Uma posição inconsistente com seu habitual pragmatismo e clarividência. Felizmente é dos poucos lamentos! Será que também seria contra o direito de voto das mulheres? Olhem que não é muito diferente do que se discute agora.

Enfim ... estes casos não se resolvem "explicando-lhes como se fossem muito burros" porque certamente alguns não o serão.

Só mesmo votando pela despenalização é possível, de uma vez por todas, acabar com esta estupidez lamentável e partir outras batalhas bem mais actuais.

Monday, January 15, 2007

Penalizações

Devo ser obrigado a ter um filho que não quero?

Esta é uma das questões que deve ser respondida pelos partidários da penalização da interrupção voluntária da gravidez (PIVG). É extremamente simples gritar pelo ar o "SIM à vida". Mas "SIM" a que vida? A sua? Claro que não. A dos outros. Claro.

Ao contrário da generalidade das leis cujo objectivo primeiro é garantir a liberdade dos cidadãos, esta condiciona-a em definitivo. E condicionar é um termo que considero ligeiro. Devem existir poucas coisas mais tristes do que vir a este mundo sem se ser desejado. Claro que tudo pode vir a correr bem. Como também não. E os únicos em condições de fazer um prognóstico sério são os pais ou, em última análise a mãe. Nunca um tribunal quem nem um processo de adopção sabe decidir.

Claro que podemos ainda enveredar por discussões mais ou menos vazias sobre quem pagará a interrupção ou se esta poderá passar a ser mais um método contraceptivo (medo). Coisas que, enfim, se resolvem com orçamentos, taxas moderadoras, informação e sensibilização.

Mas efectivamente o que está agora em cima da mesa é "apenas" a Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez até às 10 semanas. Nem mais. Nem menos.

SIM à vida mas também SIM à despenalização.

Tuesday, January 09, 2007

Hipocrisia I

Todos já repararam que a SIC Noticias, quando passa o video da execução de Saddam, nunca mostra a totalidade do video que hoje está (novamente) disponível no Youtube.

Todavia, esta estação possui vários "trailers" promocionais para a sua programação (ex: Toda a Verdade) com imagens de violência explicita e extrema.

É algo que não "joga" com a aparente censura das imagens da execução. Será que o governo do Iraque ficou com o copywright? Existirá um pacto nos media? Ou estaremos perante nova manifestação de hipocrisia?

Monday, January 08, 2007

Fracturante I

Pena de morte, porquê "não"?

A execução de Saddam reacendeu o debate sobre a pena de morte.

Mais uma vez os Europeus, esses paladinos de causas "justas", vieram a terreiro condenar a sua aplicação e, logo a execução de um reconhecido criminoso. Mais uma vez a meter o bedelho onde não são chamados.

Curiosamente, os mesmos que há 15 anos assobiavam para o lado enquanto os balcãs sangravam e há 65 se eliminavam milhões judeus com particular afinco.

Não acham hipócrita condenar a aplicação da pena de morte e, ao mesmo tempo, armar, treinar e enviar soldados para uma guerra? Não é esta uma interminável cadeia de penas de morte sem julgamento? São por acaso mortes diferentes? Será que afinal existem fins que justificam os meios? Francamente!

Esqueceram-se, mais uma vez, que cada um vê o mundo pelos seus olhos. Não é certamente coincidência o facto da ETA não contar com ataques suicidas no seu repertório. Porque será? Talvez porque o valor da vida é inversamente proporcional à intensidade da fé. Sim, Europeus, vocês dariam a vida pela vossa fé? Duvido

Sunday, October 29, 2006

Sai mais uma teoria da conspiração para a mesa 5!

Imaginem que eram donos de um operador móvel dinâmico e tal mas já com pouco folego financeiro. Depois de anos a tentar obter um retorno decente ... nada. Fraquinho.

Imaginem agora que, para continuar a acompanhar os grandes, volta a ser necessário investir massivamente. Numa espécie de choque tecnológico. O que é que faziam? Vendiam a baiúca? Não! Depois de tanto esforço assumir a derrota? Nunca!

Então o que fazer? Já sei!!!! E se arranjassemos maneira de valorizar à séria o stock de acções? Boa! Mas como é que isso se faz? Lança-se uma OPA impossível, ora essa!

Senão vejamos: Tenho, por exemplo, 1000 acções em stock que valem 1€. Lanço a tal OPA impossível. O mercado reage, claro. O garganeiro! As acções valorizam 50% ao longo de 6 a 8 meses. Durante esse período vou vendendo calmamente as acções e, eis senão quando, surpresa! O mercado repara que afinal a OPA não é possível. Ops! Mas que grande maçada! As acções voltam a descer. Com calminha claro que isto não está para loucuras. A pouco e pouco lá voltam ao 1€ inicial. Nessa altura volto calmamente a comprar. Qual é o resultado? 500€ gratix! Ai pois é!

Reparem então no gráfico:



E agora que a Anacom disse o óbvio esperem para ver, daqui a uns meses, o sorriso muito chateado do Belmiro ;-)

Friday, October 13, 2006

Distraídos

Pois é bloquistas. Onde é estavam no passado dia 9 de Outubro? Caso não tenham reparado houve uma espécie de teste nuclear lá para os lados do oriente. Bem. Se calhar andam ocupados com coisas mais importantes. É normal. Mas olhem que não fica bem gritar apenas numa direcção. Não fica não.

Tuesday, September 19, 2006

Gestão "moderna"

Ele há coisas que se não fossem tristes teriam mesmo muita piada.

Estão a ver a "nova" onda da gestão que optimiza recursos? Não através da inovação, optimização ou mesmo apenas na simplificação de processos mas a cortar aquela gordurinha ... como o seguro de saúde, o plafond do télé, até na formação dos colaboradores (conceito de moderno este, bah!). Bem ... uma coisa assim estilo até ao osso. Pois. Se calhar também já repararam num detalhe: a mesma gestão que apela ao fitness organizacional é capaz de apregoar por esse mundo fora: comprem-me disto e daquilo! mais isto e mais aquilo! e mais! e mais! Como se realmente nós precisassemos de algo mais que uma simples e boa saúdinha!

Tem piada não tem? Esquecem-se no entanto que, ao cortarem a tal gordurinha, contribuem, directa ou indirectamente, para acabar com os seus clientes. Porque razão é eu haveria de desperdiçar recursos, vulgo guito, em cangalhada quando a minha organização me "estimula" no sentido oposto? Ai pois é! Ou há justiça ou apanham todos ... neste caso perdem. É triste não é?

Sunday, September 17, 2006

Falou e disse!

Quem diria que o "nosso" Joseph Alois Ratzinger iria dizer alguma coisa de jeito?

Parece que Moisés apelava à violência, à guerra santa ... e então? Qual é o problema? Os cristãos vivem bem com isso. São fases, ora essa :-)

Mas os mulçulmanos, em particular os seus radicais, acham que há. Sim! Logo eles que espalham a sua mensagem através da destruição indiscriminada. Cá para mim é falta de sexo.

Alguém se lembra de violência anti-mulçulmana no ocidente? Não. Será que só uns têm o exclusivo da indignação? E porquê eles e não nós?

Nós, europeus, somos uns cobardes.

Saturday, September 09, 2006

Afinal ai e tal ...

Então não querem lá ver que os nosso professores, tadinhos, afinal de contas são os terceiros melhor pagos da OCDE (relativamente ao PIB do país) e parece que aquela história de aturarem turmas gigantes há quem ature ainda maiores ... em 30 países, 21 mais precisamente ... na verdade ele há pessoal que se só queixa queixa queixa queixa ...

Wednesday, September 06, 2006

Inacreditável III

Como se não bastasse a minha crónica falta de tempo para alimentar este blog ... decidi criar outro:

http://como-diz-que-disse.blogspot.com/
Inacreditável I

Passaram 6 meses desde o meu último post!


Inacreditável II

A minha tese sobre os possíveis cenários de evolução na sequência do episódio cartoon não se confirmou ... de todo! Inacreditável não é o facto de me ter enganado, claro ... quem sou eu afinal? Inacreditável é continuar o rame-rame europeu perante um problema que toma proporções cada vez mais preocupantes. Em França queimam-se automóveis, lojas e casas, na Dinamarca e em Londres preparam-se atentados, por esse mundo fora morrem inocentes às centenas desde o incrível Iraque à pacifica India! Até quando a nossa cobardia nos vai safar? Quando é que vamos tombar do sofá? Quando este estiver a arder? Temo bem que sim.

Monday, February 13, 2006

The time is coming

A questão dos cartoons revelou-se, para mim, dos temas mais interessantes dos últimos tempos. Finalmente todas as peças começam a tomar posição no tabuleiro global. Os radicais sempre lá estiveram a par com os seus "amigos" media. Mas agora é chegada a hora dos moderados (ou antes os adormecidos?). Por muito abertas que sejam as sociedades penso que não é possível coexistirem num mesmo espaço / tempo duas civilizações com tantas diferenças no fundamental: a liberdade.

A menos que algo de verdadeiramente surpreendente aconteça, iremos assistir em breve ao esticar de corda há tanto aguardado: Ocidente versus Islão. Bem! Tardou que se fartou!

É irónico que sejam os extremistas a catalizar este desencontro de civilizações, vital para o futuro de todos nós. Esperam ainda que isto não vá além do habitual fogo de artificio ou dos tradicionais rebentamentos humanos, mas, ao patrocionar uma escalada de protestos fora de tempo e de proporção provocaram a vinda a terreiro dos tipos do frigorifico cheio (também conhecidos como moderados). Obviamente os extremistas esperavam recrutar mais para as suas fileiras mas o resultado será um pouco diferente.

Estou certo que nada de absolutamente mediático, dramático ou extraordinário irá acontecer. Apenas o suficiente. Transmitir oportuna e finalmente uma mensagem inequívoca: na Europa é-se Europeu! Simples, não é verdade? Se mantivermos a firmeza, o que acredito, vai surtir um efeito devastador. Provocará ira e revolta em quem ainda pensa que somos apenas mais um pasto. Convenhamos que não se enganaram muito durante estas décadas de trauma pós-holocausto.

A comprovar-se esta "teoria", os moderados do islão também serão forçados a sair do casulo e por água na fervura. Sim porque outro casulo que os esperará, se não o fizerem: paragens distantes, inóspitas e mal frequentadas. E se esperam que fervura então arrefeça ... desenganem-se! Esta água será como gasolina nas paragens de Maomé. Há muita verdade para ser dita e assumida. Muito desencanto para carregar. Não lhes invejo a sorte pois ser-lhe-á tirada, a prazo, a única coisa que ainda os mantém vivos: a fé.

Obviamente nada disto acontecerá (atenção: sindrome "Nuno Rogeiro") sem que as reservas de petróleo estejam em boas mãos. Mas até aí o Irão e o seu presidente marreta estão a prestar um excelente serviço. Saí mais uma tempestade no deserto para a mesa 5!

Ufff

Thursday, February 09, 2006

E para quando a OPA sobre a justiça?

Monday, February 06, 2006

Quantos mais me batem ...

Saturday, February 04, 2006

fotofinish

Wednesday, January 18, 2006

Escutai-nos senhor

Escutas. Pois é. Indignados com as escutas ilegais? Não há culpados nem responsáveis? Mas num país onde se elegem Isaltinos e Fátimas para presidentes da camara do que é que se está à espera? Não. Não é só a justiça que está podre. Somos todos nós. Chegará a hora em que cada um tratará de si. O que não é necessariamente mau. Pelo menos será célere!

Saturday, December 17, 2005

Jardins há muitos

Infelizmente. Desde que o PSD foi corrido do poder (em boa hora, convenhamos) voltei a interessar-me por politica. Porque recomecei a acreditar que não temos necessariamente de ser governados por incompetentes e hipocritas apesar de vivermos neste rectangulo mal frequentado.

Adiante.

Presidenciais. Os nossos candidatos maravilha andam por aí a apelar ao voto. Desde a ausência ao excesso de ideias há um pouco de tudo. Nada de novo como é óbvio. Mais emprego, mais justiça, modernidade, paz, amor, bolachinhas e chá quentinho.
Curiosamente ninguém se lembrou de apelar a mais e melhor sexo hehehe. Pronto. Ninguém arrisca enfrentar o quo, status ... até porque o voto pode vir (suspiro) de qualquer quadrante, desde que venha. Bem. Ninguém não. O candidato Louçã sim. Talvez porque não tem mesmo nada a perder lá comentou, durante a sua passagem pelo reino do Jardim, que a dissolução do parlamento da Madeira e finalment um chuto no Jardim era possível (desejável, pensou ele) desde reunidas as condições (mas não estão já?). Excelente! Finalmente alguém que tocou numa das maiores feridas (escaras) da nossa democracia. Fantástico, pensei, esperando que mais alguém (todos?) se juntassem na ideia de repôr a ordem (sim ... repôr a ordem!) num dos nossos maiores elefantes brancos (sorvedoures compulsivos de dinheiro). Mas não. Até o próprio "geriátrico" se descartou de tamanho incómodo dizendo que se dissolvessem o parlamento o mais natural era que era que o reizinho voltasse a ser eleito e, portanto, o presidente ficaria numa situação dificil. DIFÍCIL??? Difícil é aturar um energúmero sem igual que nos subtrai fundos e compromete a nossa já fraca imagem (quem não se lembra do incidente dos chineses). Com esta lógica fantástica nem vale a pena prender criminosos. Mais mês menos ano eles voltam em libertade. Estilo: não ponho a mão no lume porque me queimo. Francamente. Se o homem não presta despede-se. Se voltar e reincidir: despende-se. Se insistir: despede-se. Tantas as vezes quantas as necessárias. Tudo menos pactuar. Se têm muito medo façam um referendo, ora essa. Nem que seja para lhe dar independência, já! Arre!

Thursday, November 10, 2005

Até quando?

Há decadas que os mercados bolsistas são sinónimo de progresso, dinâmica, desenvolvimento e eu sei mais lá o quê. A maioria das economias ditas "abertas" cresceu e cresce muito em função da perspectiva e pouco do resultado. Para o "investidor" é muito mais interessante multiplicar que sustentar. X milhões de lucro valem bem menos na bolsa que Y por cento de crescimento previsto. Faz lembrar um pouco a relação a espumante notícia escandalo que anima o noticiário e a residual condenação, muitos anos depois, em tribunal. Ninguém está realmente interessado na sustentabilidade do investimento nem na inocência do individuo. O que interessa é tirar o máximo partido de um espectáculo cada vez mais fugaz e intenso. Mais e Mais. E de espectáculo em espectáculo vamos sendo forçados a reduzir uns números e aumentar outros. Pouco importa o resultado final. Desde que se maximize a receitas e reduza os custos. Mas ... e quando chegarmos ao fundo do prato? Quando não houver mais e mais? Vamos viver do quê? Do que efectivamente valemos? Espero que sim.

Sunday, November 06, 2005

Exemplos



(Bombain - 15 milhões de habitantes - Carregadores)
De volta à irrealidade

Pois. Cá estou. Viver neste rectangulo e, ao mesmo tempo, encontrar inspiração para alimentar espaços de reflexão é bem dificil. Felizmente ausente 3 semanas deste "paraíso" mas, quando volto ... plim! O noticiário era o mesmo. Bem. O mesmo não. Afinal agora chovia mas, claro, não é suficiente. Nada é suficiente neste país. Suficientemente bom, grande, pequeno, alto, baixo. Está sempre algo mal. Talvez não tenhamos sido sempre assim (eu dúvido) mas há anos que não ultrapassamos a fase do "não". Felizmente já se vai falando do fenómeno mas o movimento do "não" é e continuará a ser esmagador. Porquê? Porque ninguém está realmente interessado em combatê-lo. A começar pelos media. É muito mais fácil vender imagens e textos de pessoas revoltadas do que cidadãos informados e colaborantes. Constatemente a alimentar uma fogueira de egoísmo. É uma máquina de movimento perpétuo. Sonho de qualquer físico conseguido através da psicose.

Interessante também foi constatar que afinal este sentimento de inconformismo destrutivo (!) não está circunscrito ao nosso canto. A França está agora (?) a braços com uma crise idêntica mas uns pontos acima (havemos de lá chegar!). Uns quantos, os excluídos e vitimas do costume, que acham que têm tantos direitos (ou mais?) que os outros que produzem, trabalham e levam para casa o respectivo produto. Coitados, não lhes dão oportunidades. Mas esse é precisamente o problema. O facto de existirem pessoas à espera de ofertas dos outros. Dar oportunidade? Será que eles as querem? Não será antes e apenas o produto contribuindo pouco ou mesmo nada para isso? Não têm formação, escolas? Que tal investir e trabalhar para isso? Que tal contruir em vez de destruir? Sinceramente estou a ficar cada vez mais liberal nas politicas sociais porque para elas surtirem efeito é preciso que os destinatários estejam à altura do sacrificio de todos os outros. Mas não estão. Nem estão interessados. São egoístas e egocentricos disfarçados de incompreendidos. E depois refugiam-se em questões acessórias como a religião. Deviam ter vergonha. O ministro do interior francês foi (bastante) infeliz nos termos que utilizou para os adjectivar. Mas apenas isso. Como politico não devia ter verbalizado o que vai na mente de todos os franceses e provavelmente de toda a europa. São escumalha sim senhor! Em vez de se perder tempo à procura de causas e culpados (os europeus perderam completamente o pragmatismo, está visto) importa colocar os fora da lei dentro! Se alguém tem dúvidas em relação a isso é porque não tem bens nem a vida em risco. Essa é que é essa. Estamos todos muito confortáveis nos nossos sofás a ver casas, carros, fabricas, lojas a serem destruídas e com a tentação de pensar: coitados dos excluídos. Não são africanos e também não são europeus. NÂO????? Mas se calhar são de clubes de futebol, de movimentos politicos, de gangs. Nesses eles não tiveram dificuldades de integração. Pois.

Vindo recentemente da India, é interessante constatar como num país do terceiro mundo, com situações de verdadeira miséria, se vive em paz e harmonia em que cada um está muito mais interessado em produzir para comer do que andar a arranjar esquemas e desculpas para ter uns ténis de marca.

Europeus: Tenhamos vergonha. Muita Vergonha.

Thursday, August 25, 2005

Os empregados da função pública

Pois é. Grande maçada. Os nossos compatriotas da "função" lá vão ter de permanecer empregados mais uns anitos. Partindo do principio que vão gerar mais do que consomem a medida é no mínimo justa para com os demais companheiros de infortúnio deste naufraugio colectivo. Sim. Porque o rótulo de "trabalhadores" não se aplica a todos. Quantos efectivamente justificarão a nossa contribuição esforçada? E o espaço, electricidade e mobiliário que consomem? Era muito interessante que o estado, nomeadamente as universidades, ao invés de apadrinharem estudos, teses e rebarbações sobre o cultivo do esparguete colocassem os nossos brilhantes rebentos a medir e estudar a produtividade dos vários sectores do papão. Os beneficios retirados da burocracia por oposição à entropia que efectivamente criam. Era mesmo muito interessante. Não era?

Tuesday, August 16, 2005

Somos um país de merdosos

Sinceramente não encontro melhor adjectivo. Desde que tenho este blog que o tema pouco ou nada varia. Ou bem que é a televisão. Ou bem que é o futebol. Ou bem que é a politica. Agora são os incêndios. Ele é dizer que não há meios. Que é fogo posto. É descoordenação. Enfim. O costume: a culpa não é minha ... é daquele ali!

E ninguém diz: chega!

Quem, dependente de um rendimento, não o acautela? Algum de nós deixaria as propriedades ao abandono sabendo o clima e os oportunistas que temos? Dormiríamos descansados? É nestas alturas que o estado deveria entrar ... coercivamente, para variar. Ou bem que tratam das propriedades ou bem que devem perder o direito à sua exploração. Ponto! Se é assim com os prédios degradados porque não com a floresta? Não há fiscais? Não chegam de 500 000 funcionários públicos? bah! É por estas que já se vai dizendo que isto só se endireita com um Salazar ... na volta têm razão. Mas eu queria muito acreditar que não ...

Wednesday, May 11, 2005

Pois é

Confesso que hesitei em postar. Por me sentir limitado na capacidade de exprimir a minha indignação sobre o filme Companhia das Lezirias, na herdade Vargem Fresca, e do mega empreendimento de hotelaria sob o patrocínio do grupo BES que de santo só tem o nome. É para lá se surreal. Ele foi ignorar o obrigatório estudo de impacto ambiental, ele foi aprovar a 4 dias das eleições obviamente perdidas, ele foi cortar cerca de 900 sobreiros em tempo record. Sim porque no estado, quando há motivação há celeridade. Como é que é possível um ministro do ambiente dar o aval a um empreendimento deste tipo? Mas e a cereja? Telmo Correia, ex-ministro do turismo, afirmava hoje à boca cheia que, ontem às 19h 59m, teria assinado o despacho mas 1 minuto depois não. E porquê? Porque obviamente o esquema estaria a descoberto e seria dificil de explicar o inexplicável. "Boa fé"? eu ouvi "boa fé"? Ele disse "boa fé"? Como é que é possível que governantes assinem (portanto responsabilizando-se) despachos de empreendimentos com a dimensão de 500 campos de futebol numa área protegida em vésperas de eleições????? Mas está a enganar quem????? Beeeeemmmm!!! É que nem tenho palavras mesmo.

Tuesday, May 03, 2005

Porquê?

O código da estrada prevê o pagamento de coimas no local do "crime". Assim à primeira vista até parece algo bem pensado para colocar ainda mais pressão(!) sobre os potênciais prevaricadores. Bem. No que diz à estrada eu sou um bocado suspeito mas mesmo assim arrisco: Este pagamento à cabeça é o assumir, de uma vez por todas, a nossa proverbial ineficiência na justiça. Mas ... e os outros crimes? São por ventura menos graves? Ou será que afinal as multas são um imposto? Bem ... isso ajudaria a explicar o motivo pelo qual os carros continuam a ser vendidos sem limitador de velocidade. Ai pois é! Na verdade a hipocrisia é algo que não tem limites. Pelo menos no nosso burgo. Haja pachorra!

Wednesday, April 27, 2005

Temos futuro?

Hoje li a seguinte noticia no portal Sapo:

"Em 2020, Portugal vai ser o segundo país mais pobre dos 15 da União Europeia, se não se tomarem medidas desde já.

A conclusão é de um estudo do Deutsche Bank, que analisou as várias características económicas e as políticas actuais dos diversos países.

Nos próximos 15 anos, o PIB português deve crescer ao ritmo anual de 2 por cento, a quinta taxa mais elevada da União Europeia, mas, ainda assim, não será suficiente para recuperar o enorme atraso em relação aos países da frente.

Portugal só ficará à frente da Grécia.

O documento sublinha, no entanto, que este resultado pode ser diferente se forem tomadas medidas desde já, nomeadamente a especialização nacional em sectores de alta tecnologia e a produção de componentes tecnológicos aplicáveis em bens transaccionáveis."

O que é que acham? Para mim parece-me optimista. Sabem porquê? Porque o Tuga ainda não percebeu que o dinheiro que leva para casa deve resultar do valor efectivamente acrescentado do seu trabalho. Não do chico espertismo.

Quando é que paramos de vender bujigangas uns aos outros e começamos a produzir algo que valha a pena comprar?
E lá sairam em liberdade II

23 acusados de rapto e tráfico de pessoas foram hoje colocados em liberdade com termo de identidade e residência. Os advogados de defesa estavam contentes e, pelas imagens, os acusados e respectivas familias radiantes. Porque seria? Porque é menos grave raptar pessoas e escravizá-las que fazer sexo com adolescentes? Ou por outra razão qualquer? Acham esta merda normal?
E lá sairam em liberdade I

Os assassinos de um inspector da PJ sairam hoje em liberdade depois de 4 anos e 3 meses de prisão preventiva(!). O processo ficou pronto para os tribunais em Abril de 2002. Mais de 1000 dias para tratar do assunto. Se calhar precisam de férias judiciais maiores. Ou será ao contrário?

Wednesday, April 20, 2005

Despenalização da interrupção

"Se os homens engravidassem ainda teríamos esta lei?"
(Zombie, antena3, prova oral de 20 de Abril de 2005)

"Foi necessário um referendo para aprovar a penalização? dah?"
(moi)

Pessoalmente, considero que o novo referendo faz sentido pela necessidade moral em demonstrar que o anterior foi um "aborto". É uma chamada a que direi: presente!

Saturday, April 16, 2005

A lei jardim

O nome foi dado pelo próprio. A próposito da lei da limitação dos mandatos politicos.

Basta atentar na argumentação deste "senhor" para nos tornarmos imediatamente fãs da futura lei. Raça! Como é que é possível que o próprio PSD ainda ature este palhaço que ao contrário de Santana é um sujeitinho bem subversivo e mal intencionado. O poder tem destas coisas.

O mais incrível é que foi a própria democracia que criou este "monstro". Uma democracia imperfeita que agora se pretende melhorar.

Força nisso!

Wednesday, April 06, 2005

Curvas


Post atrasado II

Sai uma mini!





Post atrasado

Há umas semanas, a TSF (atentem no link do público "http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1217197&idCanal=91") martelou-nos o espírito com os resultados de um estudo sobre os hábitos sexuais dos jovens adolescentes portugueses.

Para além do recorrente e óbvio, a referida peça/estudo relembrou-me algumas questões cujo debate tarda:

- Sexo entre crianças e/ou adolescentes não considerada é pedofilia?
- Qual é o limite a partir do qual uma relação entre um adulto e um menor deixa de ser pedófila?
- Se fôr uma relação desejada, seja porque motivos fôr, deve ser considerada crime?
- Quando considerado crime terá associado penas em conformidade com a (suposta) gravidade?

É lógico que algumas respostas saltam imediatamente dos manuais de psicologia e sociologia mas não deverão esses manuais ser documentos vivos? Muita dessa teoria não resulta da observação em determinados contextos? Contextos esses recentes? Afinal de contas a humanidade está em constante "evolução". Penso que todos se recordam de ver documentários nos "histórias" relatando hábitos "chocantes" mas aceites ou até fomentados na antiguidade. Isto sem falar em estabelecer paralelos de comportamento com outras espécies do nosso grupo: os mamíferos.

Portanto isto nem sempre foi assim, boa?

Porque é que em vez de se atirar simplesmente pedras não nos questionamos sobre o que está efectivamente a acontecer? Porque é mais simples? Porque não pensamos? Porque não interessa?

Já agora ... em vez de escarafuncharem sistematicamente o caso "casa pia" era bom que os nossos media se preocupassem em acrescentar valor ao tema de fundo. Não acham?

Sunday, March 27, 2005

Justiça seria ...

Nos últimos dias vieram a público algumas notícias inquietantes sobre opções / adjudicações feitas pelo anterior governo quando o resultado das eleições era conhecido ou previsível. Ele foi o negócio dos 500 milhões, os sobreiros cortados e por fim a Bombardier. Isto para não falar nas "decisões" sobre o traçado do TGV já na fase de gestão.

Há uma coisa que me continua a escapar: O que é que impede de, na presença de evidências, os responsáveis destas controversas decisões serem chamados à responsabilidade. E quando eu falo em responsabilidade não é politica ... é criminal. Sim! Como qualquer outro mortal que lesa, é julgado e até preso. Agora que estamos em maré de novos (leia-se mais caros) códigos da estrada porque não aplicar o mesmo peso sobre a cabeça de quem conduz 0"veículo"? Há que responsabilizar os responsáveis ... fazê-los pagar pelos prejuízos que nos vão causando ... e causando ... e causando ...

Não seria justiça, isto?

Wednesday, March 02, 2005

E agora?

Pois é. Já passou mais de uma semana que este país decidiu em boa hora mudar. Bem. Mudar não sei. Punir. Sim. Sem dúvida. Não interessa. Mudou! Já está.

Confesso que fiquei surpreendido pela fraca votação do PP. O Portas tinha feito uma campanha isenta de erros. Esteve mesmo irreconhecível. Não pela ausência dos ditos mas porque parecia um homem de estado (que não é). Eu tinha fé que muito eleitorado do PSD se tivesse transferido para o PP mas ao que consta o pessoal preferiu ficar em casa. Tenho pena porque assim o PSD não absorveu toda a mensagem. 29% é um núcleo demasiado forte para um partido liderado por troca tintas. são 29% que não questionam a qualidade da liderança. 29% que veste laranja como veste vermelho, verde às riscas ou azul. É triste.

E agora?

Vamos esperar que o camarada Sócrates esteja à altura dos acontecimentos. Mas não sentados, por favor!

Sunday, February 20, 2005

E fez-se justiça!

Já era tempo deste país acordar. Será que finalmente vamos começar a despedir incompetentes? Pelo menos já foi dado o primeiro passo.

Santana, meu caro, espero que nem te lembres de regressar à CML ... já basta de destruição, não acha?

Wednesday, February 16, 2005

O primeiro do resto das nossas

20 será o dia de todas as verdades (esta expressão tem a sua piada, confesso). Vou despejar por aqui um conjunto de pensamentos e preocupações sobre os possíveis resultados.

Abstenção: Se se mantiver alta confirma que não há causa, não há objectivos, os frigorificos continuam, apesar de tudo, abastecidos e a crise é apenas para os do costume.

Votos em branco: Se subir, como espero, representa que (finalmente) as pessoas acordaram. Esqueceram as bandeirinhas e o clubismo e repararam nos reis: nús. Uau! Para mim será o mais importante indicador de maturidade democrática. Pena que não implique cadeiras vagas.

PSD: Melhor é impossível. Perdão. Pior. PIOR. Teremos finalmente a oportunidade de conhecer o número de incondicionais laranja. Espero, apesar de tudo, ficar chocado. Santana Lopes é um fenómeno que se não estivesse registado em audio e video nenhum de nós acreditaria ser possível. Bem. Tirando o Alberto João, claro. Ainda se recordam da peixeirada do "Sr. Silva"? Como é que é possível ninguém, no PSD, ter colocado o "Sr. Alberto" na ordem? No comments

PP: Terá uma oportunidade de ouro para se aproximar (ultrapassar?) do "amigo" Laranja. O Paulo aprendeu muito nos últimos 3 anos e, a par com o Louçã, é o único intelectualmente dotado (pena defender o que defende). O Portas foi, aparentemente, um ministro competente (outra coisa não seria de esperar) e ele capitaliza bem essa imagem. Por outro lado o PSD está a perder a razão de existir pois é muito próximo do PS diferenciando-se "apenas" nas prioridades economico/sociais e no perfil do seu eleitorado base (na minha opinião o que ainda dita a diferença). Ambos têm uma crescente necessidade de evidênciar diferenças exactamente porque afinal são (quase) iguais. Até nas trapalhadas (Santana à parte claro he he he).

PS: Se não atingir a absoluta é por desmérito do líder. Pela sua incapacidade em arrumar a casa e assim transmitir a mensagem de mudança. A menos que ele se revele na governação o prognóstico é reservado. E eu acho que ele sabe. Tanto que não utiliza o argumento derradeiro para a vender uma ideia de maioria absoluta: Precisa-se dela para, no final do mandato, ser-se responsabilizado. Ontem, no debate, foi talvez a primeira vez que ele, timidamente, lá transmitiu esta ideia. No fundo, o grande trunfo do PS é o Santana. O que é pouco. Muito pouco.

BE: Não fosse a agressividade do lider a coisa correria melhor. Serão, espero, a revelação do dia 20. Canibalizando o PCP e capturando o eleitorado descontente com as mensagens do centro pantanoso. Era excelente que obtivessem uma votação que lhes permitisse participar num governo. Sendo não alinhados com interesses e heranças, estarão particularmente à vontade para bater o pé. Tenho pena de não concordar com algumas ideias menos pragmáticas destes "cromos". Aguardemos com entusiasmo. Muito!

PCP: Temos pena. Já não são desta época. "It's The End, My Friend ..."

E pronto. Esta campanha tem sido mesmo muito interessante (hilariante) de seguir. Um autêntico Reality Show. Tenho pena que vá acabar. Mas é para o bem de todos nós. Pelo menos para a grande maioria.

E no Domingo não se esqueçam de ir votar para que não "fiquemos assim".

Friday, January 28, 2005

O negócio dele é túneis

Atentem! O homem afirma que há uma mega (ou será tera?) fraude nas sondagens. Que se estas não se confirmarem serão apuradas responsabilidades!

Não é que agora ele começou a escavar o próprio túnel? Epá! Não se atrevam a embargar-lo porque este sim, é fundamental!

PS: Confessem lá ... se isto não estivesse mesmo a acontecer ninguém (nem eu) acreditaria ser possível, né?

Tuesday, January 18, 2005

Responsabilidades

Depois de tudo o que tem sido dito e visto penso que está a chegar a hora de assumirmos as nossas responsabilidades. E não são poucas. Desenganem-se que o actual estado da nação não resulta de outra coisa senão da nossa sistemática "ausência" nas questões importantes. O "deixa andar", o "logo se vê" e o "são todos iguais" começa em nós. Os Santanas e Sócrates deste país são o nosso reflexo. Num país onde não existe o culto da responsabilidade, do rigor, da consistência porque é que os nossos politicos haveriam de ser excepção? Para pregarem aos peixes? Não. Eles são os artistas adequados ao público que lhes enche a plateia. Não concordam? É triste não é? Nunca como nas próximas eleições vamos poder aferir a nossa estirpe. Quem votar Laranja nestas eleições das duas uma: ou está a gostar o espectáculo ou está como eu: quer é que este jogo acabe rapidamente e que os espanhois tomem conta disto. Por falar em espanhois. Lembram-se que ainda há uns 10, 15 anos brincávamos com os caramelos? Pois é. Hoje estavam a apresentar o AirBus 380. E nós? A curtir a Mais propostas para alimentar os gulosos do costume e torrar o dinheiro dos restantes. E porque é que isto acontece?

Porque votamos nestes imbecis e isto só muda se deixarmos de o fazer!

Thursday, January 06, 2005

Ninguém fez mais por Portugal

Hã??

Thursday, December 09, 2004

Notícias do dia

Hoje teve de ser. Acordar ouvindo barbaridades traumatiza qualquer um. Ainda tentei sair e voltar a entrar mas nada. Fonix.

Barbarie I

O PSD, na pessoa do seu ilústre representante Morais Sarnento, afirma, recorrentemente diga-se, que vão respeitar a decisão do PR (sobre a dissolução, lembram-se? pois). MAS POR ACASO TÊM OUTRA ALTERNATIVA, É? TÊM?? ... Depois mais à frente (ou mais atrás?) lá vai traulitando (são muito bons nisso, já repararam?) que assim se vê quão atrasados estamos (o que até é verdade mas por outras razões) a nível de democracia (não foram bem estas palavras a ideia é no mínimo esta). Pergunta: Dissolver um governo e convocar eleições populares é, por acaso, um atropelo à Democracia? É??? É????? Tirem estes tipos do ar. Por favor!!!!!

Barbarie II

Episódio Vóvós da seringa. Então não é que se estão a queixar de falta de apoio do estado português. Ele é falta de comida. Problemas de saúde. Coitadinhas. Era só um transporte de 400kg de coca para distribuir aos agarradinhos mais necessitados. Aposto até que iam sem fins lucrativos. VOCÊS ACREDITAM NISTO??? AGARREM-ME!!!! Proponho até uma recepção com honra de estado quando para cá voltarem ... espero que daqui a 30 anos hehehehe.

E prontos ... "ficamos assim"

Tuesday, December 07, 2004

Ementa II



(É só escolher)
Tugal no seu melhor ...


(e temos de regar?)



(é porque são sensíveis ...)

Monday, December 06, 2004

SIC:

"Guarde essa expressão, o único culpado. Porque na noite das eleições é o que irão usar consigo, quando o senhor perder, dentro do seu próprio partido!"

"Vai ficar sozinho!"

"Quem o avisa seu amigo é!"


well ... no comments ...

Saturday, November 27, 2004

Ementas I


Certos restaurantes são um monumento. Às vezes penso que é uma técnica de marketing como outra qualquer. Mas desconfio de não ...



(tsúnami de assentús)




(u quê?)
Back Again!

Pois é. Isto de ser bloggista implica tempo, dedicação e disciplina. Quase dois meses depois volto à carga. Não por algum assunto e/ou preocupação em particular.

Com o nosso ex-primeiro, o primeiro, o segundo, a quinta e o regresso dos pedófilos assunto é o que não falta, infelizmente é claro. Daí chegar às preocupações com o andar da carruagem é um passo (andar -> passo ... repararam? kintiligenti!).

Salvem-se os gatos fedorentos o resto continua na pobreza habitual tipica de um povo que não encontra um objectivo, uma causa, uma motivação para deixar de ser pequenino.

Portanto animação precisa-se.

Vou começar a despejar para aqui flashes do nosso tugal que, graças às câmeras com telefone, vou apanhando aqui e ali.

Estejam atentos e até jazz

Wednesday, September 15, 2004


Justiça social? bah!

O nosso primeiro resolveu fazer um bonito fácil e gerou a confusão com as taxas moderadoras e cuidados de saúde. É na verdade um assunto muito interessante só que, à semelhança do "aborto", a coisa salta para a discussão por pezada e não porque a sociedade esteja realmente interessada em discutir estes assuntos. É triste, não?

No meu entender o "ponto" da questão é saber quem contribui para quê e que retorno se deve esperar. Não faz sentido contribuir para um sistema mal gerido e que à falta de melhores ideias insiste cobrar aos do costume os custos da ineficiência e irresponsabilidade sob a não menos habitual desculpa da justiça social. Que garantias temos que o que se paga a mais se destina efectivamente a contribuir para quem tem menos posses e não para alimentar anormalidades com a dispersão dos ministérios por esse pais fora? Nenhumas. Para "melhorar" este sabor a engano continuamos a não atacar um dos principais problemas da ausência de receita fiscal: a economia paralela.

Teremos de ser sempre nós, os "por conta", que pagar esta justiça social? Assim não dá, Santana.

Thursday, September 09, 2004

Incongruências

Este país evoluiu mesmo muito. Mentalidades. Recursos. Somos um verdadeiro caso de sucesso. Vejam lá que eu sou do tempo em que corvetas e fragatas da armada não saíam para o mar porque não havia verba para o combustível. Mas agora não. Estamos tão à frente que enviamos um navio de noventa metros, uma tripulação de 80 homens para escoltar o barquito da Woman on Waves, uma reconhecida ameaça à integridade nacional.

Estou verdadeiramente impressionado. Ai Ai. Claro que mesmo ali ao lado andarão pesqueiros a rapar o pouco peixe que ainda nos resta. Mas um barquito com medicamentos e informação "top secret sobre o aborto" é uma ameaça muito maior.

Imaginem a catástrofe que não seria entrarem em contacto com a nossa população? Ficaríamos todos confundidos! Afinal deve-se interromper a gravidez num barco ou em Badajoz? Estão a ver o dilema. Ainda bem que temos um ministro da defesa com visão e iniciativa e que nos salva destes perigos. Ai é tão bom. Sinto-me tão feliz.

Proponho que lhe demos uma licença com muito vencimento e o exportemos para o Iraque. Acho que em pouco tempo o problema ficaria resolvido.

O nosso claro.
Acordado



Tuesday, July 20, 2004

Madrugando ...




Monday, July 19, 2004

um mês e meio depois ...

Pois é. Muita água passou pela ponte. Depois de termos fumado um charro gigante que nos pôs a ver o país a verde e vermelho eis que na ressaca mudamos de governo. Bem. O material era mesmo bom. Tão bom que até vemos o nosso primeiro na presidencia da comissão. Ui. E alucinação do Santana à frente do governo? Espectáculo. Deve ser de importação. Cá não se produz Canabis assim ...

Agora mais a sério. Algures por este blog acima fartei-me de dizer mal do Santana enquanto Presidente da Camara. Não retiro nem uma linha. Agora como primeiro parece-me que vamos ter uma boa surpresa porque assim como assim ele é uma lufada de ar fresco naquele PSD e PP bolorentos. Já que são incompetentes tenham piada, raça! Aqui entre a gente que ninguém nos ouve até me parece que as escolhas do Marilú foram melhores que as do cherne pena que este tenha imposto alguns nomes tecla três. É a herança.

Bem ... vá lá que 2 anos passam num instante.

Wednesday, June 02, 2004


Não estaremos todos assim?



Antony Gormley que esteve até ao mês passado na Gulbenkien ...


Tuesday, June 01, 2004

Para ouvir

Carla Bruni

Atenção que é mais de 1Mb ... é um bocado seca mas precisava ver se funcionava com mp3.



Dirty Pretty Things ou Estranhos de passagem

dvd. a ver.


Flying away




Monday, May 31, 2004


Nada é para sempre ... podemos é não viver o suficiente.

(teoria dos cogumelos aplicada à existência humana)
E a montanha pariu um rato

Dá vontade de rir. Então só 7 vão a tribunal? Depois de tanta prisão preventiva? É bom que tenha sido apenas por falta de provas.

O caso não deveria ficar por aqui.

Excelente oportunidade tribunal limpar o nome.

Acusem quem os acusou! Limpem o vosso nome ... se conseguirem.

Duvido que o façam ...

Sunday, May 23, 2004


Macros







Para encher a vista
Fins de tarde







Passar bem :O)

Fahrenheit 9/11

Ora aqui está um bom exemplo da hipocrisia Europeia. Eu não sou um entendido da 7ª arte mas gosto de filmes. E também não estou por dentro da lógica dos prémios destes festivais mas oiço as notícias. Parece-me evidente que o prémio ganho pelo Micheal Moore foi tão só e apenas um grito de revolta da comunidade pseudo-intelectual contra o desastre Iraque. Quem, daqui a 20, 10 ou talvez mesmo 5 anos utilizar a palma de ouro para seleccionar os títulos da sua DVDteca vai ficar surpreendido em encontrar este filme. Eu não o vi. É assumido. Mas estou imaginá-lo. Não sei quantos minutos de cenas à volta do ridículo Bush. Claro que é sempre "divertido" relembrar quão retardado é o cromo mas daí até valer a palma de ouro? Duvido. Duvido mesmo muito que o mereça.

Como já tenho escrito por aqui e dito por ali a questão do Iraque passa(va) pela oportunidade de libertar um povo. Armas quimicas, terroristas, petróleo eram para mim argumentos. Eu gostaria que fossem apenas desculpas e que verdadeiro interesse fosse «a libertação. Mas não foi. Infelizmente. No entanto o Saddam foi-se e estamos TODOS a perder uma oportunidade de ajudar um povo mulçulmano. É (era) a oportunidade de demonstrar que o nosso modelo de sociedade pode ser válido também nas terras de Alá. Mas não. E os americas também têm uma falta de jeito impressionante. Só fazem merda. Enfim. A coisa vai correr mesmo muito mal.

O que me irrita nesta história toda é que os ditos pacifistas, os púdicos governos que condenam a invasão não foram capazes de mover uma palha no sentido de ajudar aquele povo a libertar-se. Claro que não. Melhor! Fizeram negócio. Ganharam dinheiro. E depois vêm atirar à cara dos americanos que foram pelo petróleo. E eles? já lá estavam. Ai pois estavam. Comiam à mesa do Saddam sem qualquer problema de estômago. Ó meus senhores haja vergonha. Devemos deixar que isto aconteça apenas porque achamos que o problema não é nosso? Nada mais errado como se irá provar certamente. Infelizmente.

Sunday, May 16, 2004

Indesculpável I

Confesso que fui apanhado de surpresa pelas notícias dos prisioneiros iraquianos. Mesmo dentro do contexto de uma guerra, aqueles abusos são inaceitáveis. Como é que é possível? Como? Será que nem as democracias escapam à tentação do excesso? É preocupante. Muito.

No fundo é a natureza humana: má.

Curvas

Wednesday, May 12, 2004

Back in business

Sunday, April 25, 2004

Então? Gostaram da mudança de visual? É que já estamos na primavera ... yeahhh
sempre 25 sempre

passaram 30 anos. é muito tempo. tanto que eu começo a acreditar que precisamos de outro. de outra. como na vida as nações precisam estímulos periódicos. chamem-lhe causas, pronto.

não têm a sensação de que estamos num beco sem saída? os meus recorrentes apelos a uma "espanholização" não passam de isso mesmo. da necessidade de mudança.

Logicamente a situação actual é o produto da resposta "normal" de uma sociedade que foi "pequena" durante a maior parte do século XX. Tal como uma panela de pressão que esteve ao lume, quando se tira a tampa toda aquela energia se vai. e com o tempo o gás que a mantinha quente também se acaba. acho que estamos nessa fase. sem ânimo. sem motivação. mas enquanto estivermos confortáveis nada de muito importante mudará. esgrimir-se-ão argumentos mas nada nem ninguém se sacrificará pelo que quer que seja. não temos objectivos nem ambições. até o novo riquismo se está a esgotar como modelo. é nestas alturas que o factor humano se torna determinante. precisamos de mudar de chefias, gestores, classe politica. precisamos de individuos que voltem a pensar no bem comum e não apenas no imediato e no que podem levar nos bolsos. só essa mudança poderá começar a reeducar a nação. sim. porque afinal de contas é tudo uma questão de cultura. infelizmente da que não temos.

viva os que merecem

Monday, April 19, 2004


Back to analogic


Thursday, April 15, 2004

Alguém ainda tem dúvidas sobre o que tem de ser feito no Iraque? Executar reféns? Esperam chegar aonde?

Já perceberam que tipo de anormais governaram e governarão os iraquianos se continuarmos a enterrar a cabeça na areia?

Como é possível que tenhamos deixado o elefante Bush entrar na loja de loiças?

A Europa teima em não se assumir como alternativa aos américas. Há que ter coragem. Muitas vezes a guerra é forma de se conseguir a paz saudável. Ninguém me tira da ideia que os radicais (todos) têm de ser combatidos em conformidade. Eles não compreendem (nem querem) os nossos valores. Não lhes interessa porque de outra forma eles não deteriam o poder. E é apenas o poder que lhes interessa. Nisso não são piores que os americas. A diferença é que pelo menos do outro lado do Atlantico existe opinião pública e eleições.

Monday, April 12, 2004


Hell's stairs?







Recomendações

Até tenho montes de assunto para espalhar por aqui mas não me apetece. Era mais politica e economia. Bater nos ceguinhos do costume portanto.

Nã. Hoje vou apenas recomendar

dois livros: Timbuktu (Paul Auster - edição fnac baratuxa) e Contos Hieroglificos (Horace Walpole - cavalo de ferro)
filmes dvd: O Leão no Inverno (intriga) e Lilya para sempre (dêprê - muito forte)
um passeio: de Santiago do Cacém para Odemira pela Serra do Cercal

Ficamos assim?

Que remédio, né? :O)

Monday, April 05, 2004

A vida é como uma curva. É preciso percorrê-la para ver onde acaba.

Espero que esta ainda não esteja registada!

:O)

Sunday, April 04, 2004

Parvónia

Porque será que ao Domingo o comércio tradicional fecha?

Porque será que os locais melhor localizados contam, quase sem excepções, com o pior serviço?

Experimentem levantar-se mais cedo a um Domingo e tentar tomar um pequeno almoço numa esplanada. Ou mais tarde almoçar no Chiado.

Depois queixam-se que os centros comerciais estão sempre cheios ...

Faz-me lembrar os Taxis ... quanto menos utilizados mais caros ficam ...

Assim vão longe vão ...

Ó Santana ... larga os túneis homem!

A matéria cinzenta não vem de fábrica, tá visto.

Saturday, April 03, 2004

Rabiscos

Porquê?

Esta semana passou a voar. Só hoje acordei para o mundo. Vi as imagens do Iraque. Muito perturbantes. Nunca escondi que apoiava uma intervenção por lá. Não deveriam ter sido os americanos mas infelizmente os Europeus estão demasiado ocupados com não sei o quê. Argumentos? Muitos. Não vamos agora por aí. Adiante. Já aconteceu. Está feito. Irreversível.

Estive longos minutos a observar, no "perspectives", aqueles jipes a arder. Os corpos. A algazarra dos festejos. Longos minutos. Não consigo compreender o que leva pessoas "normais" a ter aqueles comportamentos. Não querem os americanos lá? Tudo bem. Façam guerra. Ataquem-nos. Matem-nos. Mas aquilo? Aquilo ... é ... mediaval. Sejam limpos. Não me venham com desculpas. Não há. É imperdoável.

Tenho pena do povo iraquiano porque os ocidentais podem partir. Mas eles não. Têm de partilhar o ar com aquelas bestas.

É mau demais. Já não sei o que pensar. Estamos num countdown ... vamos ter de escolher lados rapidamente.

Tuesday, March 30, 2004

Em vez de ficarem a pastar em casa

vão a correr ao king apanhar a extensão




http://www.casa-da-animacao.pt/programas/curtas_francesas_04/filmes.html

Altamente!


Thanks M. ;O)

Friday, March 26, 2004

Bee


Afinal foi causa natural

Só mesmo neste país da treta é que acontece uma coisa destas. Então não é que o juiz considera que a queda da ponte de entre-os-rios foi originada por "causas naturais"? CAUSAS NATURAIS??? MAS NÃO É ISSO QUE ACONTECE DE CADA VEZ QUE CAI ALGUMA COISA????

Onde é que param os responsáveis pela manutenção? E pelas vistorias? Como é que explicam aquela K7 com os pilares podres? NÃO HÁ RESPONSÁVEIS??? Um avião quando cai é por causa natural. Bruxo! Só voa artificialmente. A culpa é da gravidade. Grande sacana!

O que apetece fazer é chegar a estes hipócritas e enfiar uns belos tabefes naturais e atirá-los naturalmete para a cama de um hospital.

IRREAL!

GRRRRrrrrrrrr

Tuesday, March 23, 2004

Pronto pronto



Já passou :O)
A oriente fez-se justiça

Acho que é a primeira vez que festejo o desaparecimento de alguém.

Limparam o sarampo ao Ahmed Yassin! Yeaaaahh! Não é por nada mas aquele perfeito anormal foi responsável (diz-se) por encaminhar, para um pretenso paraíso, uma quantidade assinalável de seguidores, pouco providos de massa cinzenta é certo, e um sem número de infelizes que nem opção tiveram.

Já era tempo de começarem a acabar com esta estirpe de FPs que se escondem por detrás de uma luta justa para exercerem poder de forma abominável. Os israelitas, à semelhança dos américas estão na origem de quase todos os problemas mas isso não é argumento para ceifar vidas inocentes. E não me venham com a história de que não há inocentes porque essa lógica aplica-se a ambos os lados.

É que não vejo outra solução para o terrorismo que não seja ir decapitando os verdadeiros lideres e financiadores desses movimentos. Vêem outra? O diálogo? A tolerância? Qual? A dos que morreram no world trade center? Em Madrid? No Iraque? Please! Caso não tenham percebido estamos numa guerra e nós podemos bem ser as próximas vitimas.

E só não digo que o dia é de festa porque para além do (Ass)Yassin morreram outros. Mais uns. :-(

Mai nada


Sunday, March 21, 2004

Homenagem ao meu gato jeitoso



rica vida ... é o que é

Saturday, March 20, 2004

Musicas

Não sei o que se passa mas tenho tropeçado nuns cds engraçados. Será da prima?









Ai se não fosse a fnac :O)

Tuesday, March 16, 2004

Vontades


O outro lado


safeass

Em Espanha ganhou a politica do safe ass. Com governos hipócritas outra coisa não seria de esperar. Azareco

Já repararam que a Europa não luta por uma causa? Ingleses à parte o resto aposta é no "cú seguro" (obrigado pela expressão, PG) . Estilo "que rebente longe porque eu não quero perder a novela de hoje à noite". Dizemos mal dos americanos mas eles vão lá. Com as motivações que sabemos. Mas vão. Nós não.

Estou curioso em ver as espantosas medidas anti-terrorismo. Como se fosse possível controlá-lo assim.

"Qualquer um dá um terrorista qualquer"

Ainda não perceberam

Saturday, March 13, 2004

Selvagens

O terror bateu mesmo aqui ao lado. Era uma questão de tempo. Desenganem europeus pantufas. Isto não é uma luta entre o bem e o mal. Entre os fortes e os fracos. Entre o Bush e o Laden. Entre ocidente e oriente. Não. É apenas violência e ódio gratuito. Pouco ou nada há a fazer. Tal como no 11 de Setembro fico com a sensação que a tolerância tem limites. Deviamos acabar com eles? Devemos desistir? Não sei. Sinceramente não sei.

Lá por agora termos satélites, aviões, frigorificos ou simples torradeiras a natureza humana não se altera. Não é diferente da que existia há umas centenas de anos ou mesmo no século passado em que se exterminaram milhões por uma ideologia hipócrita. Não foi a ideologia. Foi a natureza da nossa espécie. Somos beras. O problema reside aí. Ponto.

Thursday, March 11, 2004

atmosferas

Wednesday, March 10, 2004

Ele ainda há pessoal engraçado

Dêem uma olhada a estes sites / blogs


http://www.dee-dee.net/

e do respectivo

http://www.macacos.com


E agradeçam ao PG ;O)

Thursday, March 04, 2004

Estou a pensar seriamente deixar de acordar com o noticiario da TSF. Por ser noticiário. É sinónimo de centenas de mortos não sei aonde, pedofilia entranhada, futebol mau carácter e economia deprimida. Como é que alguém é capaz de se levantar (animado) para ir enfrentar um panorama destes? Por pouco o céu não nos cai em cima. Vá lá que as bolas com creme ainda vão tendo alguma piada. Safa!

Tuesday, February 10, 2004

Euro 2004

Estava eu a ver as noticias (coisa que já praticamente não faço) quando entra a peça da promoção do Euro 2004 pelo nosso governinho. Desta feita era no Reino Unido. Viram? Ou melhor ouviram? Não??? Pois deviam. Perderam o José Luís Arnaut a falar inglês. Nada melhor para promover o nosso país que falar "bifês" com aquele jeitinho Zézé Camarinha.

Ao menos podia ter estudado melhor a lição ou pedido a alguém, menos nervoso, que soubesse ler.

É tão mais simples fazer manifestações de desagravo em favor do Herr Flick do representar condignamente o nosso país, não é?

Como diria o meu amigo AR: "Sempre a partir"

E nunca mais gozem com os espanhois ... ouviram?

:O)

shhhhhhhhhhhhhhhh ...



Friday, February 06, 2004

O Marquês era um alien

Hoje numa amena conversa sobre o futuro do nosso rectângulo fez-se-me luz. Como definir o Portugal de hoje?. "traço descontinuo": existe para ser ultrapassado. Bem. Podia aqui escrever "pisado". Era muito forte.

Pois é. Por nós só não passam os que estão parados. É impressionante. Não é que eu me sinta diminuido por ser Portuga. Não posso é ficar indiferente ao autismo e falta de visão dos nossos lideres. Não apenas o governo mas todos os que tomam decisões imediatistas. Os vistas curtas. Os "poucoxinhos".

E não bato mais no ceguinho

Monday, January 26, 2004

"Às segundas ao sol"

Aqui está um filme que nos "obriga" reflectir sobre a sociedade e os contraciclos da vida. Mas, felizmente, não chove todos os dias ...

Monday, January 19, 2004

Parece que vem aí um novo referendo sobre o aborto.

Espero que desta vez o povo seja outro.
Velocidade




Este é um tema que há muito me apetecia abordar. Não a velocidade em si mas a perseguição de que é alvo.

Hoje fiquei chocado ao ter recebido, por mail, umas fotos de um agente emboscado atrás do pilar de uma ponte, qual sniper. Achei fantástico. Era a imagem que faltava. Depois de apostar em viaturas anónimas, estacionar nas bermas das autoestradas (manobra que curiosamente dá apreensão de carta) eis que finalmente se escondem atrás dos pilares. E para quê?

Os anormais, desculpem mas não tenho outro adjectivo à mão, que aprovam ou determinam estas estratégias não estão preocupados com a segurança. Não pretendem dissuadir. Não. Não. São caçadores. Gostam da caça. E da receita. Mais. Compram boas armas como BMWs e Impresas. Sim. Vamos à caça mas bem equipados.

Será que estas almas já ouviram falar em velocidade excessiva? É muito mais perigoso que o excesso de velocidade. Será que quem circula de porshe a 180 está a arriscar mais que um panda com 20 anos a 120? Será? Eu posso ir a 80 mas em velocidade excessiva. Com nevoeiro ou chuva por exemplo. Para não falar em quem está por detrás do volante. Às vezes perfeitos assassinos involuntários. Taralhocos que nem sabem por onde vão e a quantos vão. Mas podemos circular a 60 numa autoestrada. Claro. É seguro.

Mas a hipocrisia não se resume às brigadas de transito. É à sociedade. Se quisessem resolver o problema do excesso de velocidade só tinham de forçar os fabricantes a limitar os veiculos. E não venham com conversas que saia caro. No limite os consumidores pagariam como já pagam o IVA sobre o IA, ora essa. Estou é convencido que os acidentes continuariam. Com menos mortos talvez. Mas já sem um bode expiatório de fácil detecção. Seria uma maçada.

E nem vou falar nas estradas nem na sinalização.

Estes anormais deveriam apostar é no civismo dos condutores. Não dá euros. Mas lembram-se daquela campanha "pisca da esquerda", "pisca da direita"? A mensagem entrou. Mas não. Preferem mostrar pessoas acidentadas numa cadeira de rodas. E que é que acontece? O mesmo quando não se vê policia. A teoria do "só acontece aos outros" ou "pode ser que não venha lá ninguém".

Depressão.

Saturday, January 17, 2004

Filmes

Depois de caro, começa a ser um exercício complicado ir ao cinema.

Se vamos a uma mega produção dos americas lá apanhamos a pastilha da moralidade, da paixoneta impossível entre o gaijo e a garina (por acaso não sei como é que as organizações feministas americanas não se insurgem com os papeis normalmente redutores das personagens femininas) e o famoso final positivo que nos faz encarar sempre o desenrolar do filme com algum optimismo. É uma maçada.

Se optamos por algo menos imediato (leia-se Europeu) temos de manter os pés assentes na terra e não alinhar nas falsas espectativas da verborreia positivista da nossa critica. Tudo é bom. Tudo é o máximo. É talvez (gosto muito quando colocam o "talvez") o melhor filme da galáxia e arredores. Credo. Até chateia. Por exemplo o "playtime" ... páginas e páginas a transbordar com os mais incríveis elogios. Um tipo normal (eu por exemplo) vai lá e o que é que vê? uma comédia a dois tempos, pronto. Fiquei mesmo com a sensação que o realizador, depois de fazer a primeira parte apanhou um puxão de orelhas da produção e lá sacou uma segunda mais imediatista portanto mais comédia e menos exercício estética. Curiosamente a primeira parte era visivelmente patrocinada pela Simca, Philips, Avis e Berliet. Vale a pena ir ver mas dai até ser um dos melhores "qualquer coisa" ...

Se quiserem ver filmes menos aclamados e mais interessantes (acho eu) vejam em dvd o "irreversível" (bastante violento) e o "intacto". Ficam melhor servidos.

Sunday, January 11, 2004


Digam olá!




ps: LL já tiraste uma destas e melhor mas pronto ... esta é minha :O)
Um mês

Pois é. Passou um mês. Mudámos de ano e tudo! Só a vidinha aqui no burgo é que teima em não mudar.

Estar lá por fora e ouvir que o nosso presidente pode estar envolvido em pedofilia não é nada motivador. Nada mesmo. Raramente somos notícia mas quando somos mais valia não o sermos.

Será que ninguém consegue dizer basta a esta fantochada? Esperar pelo julgamento, sei lá. Parecia-me mais normal. Mas não.

Temos mesmo muito estilo. Roupinha de marca, pópó "alimão", futebol fiteiro e escandaleira para o jantar. Vamos longe assim.

Saturday, December 06, 2003



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